A disputa entre os EUA e o Japão pelo controle do oceano Pacífico começou quando este anexou, em 1914, os arquipélagos das Marshall, Marianas e Palaos, que estavam sob domínio alemão. Com medo do expansionismo Japonês, os Estado-unidenses reforçaram as defesas de suas bases nas ilhas do Havaí, Wake, Guam e Filipinas.
O Japão devolveu Shantung à China, porém negou-se peremptoriamente restituir Port Arthur e as concessões ferroviárias na Manchúria. O Pacto das Noves Potências, o último tratado da conferência de Washington, eliminou a posição privilegiada dos japoneses em relação a China, conseguida pelas 21 demandas de 1915.
“A reação dos núcleos militares e navais diante deste tratado, equivalente à renúncia do Japão a sua política de expansão, foi extremamente violenta e o Primeiro-Ministro Takahashi viu-se forçado a demitir-se. Começou, assim, o movimento de extremado nacionalismo, que não tardaria a adquirir rápido desenvolvimento.
A tremenda crise produzida em 1929 em todo o mundo, originada pela depressão econômica, teve catastróficos resultados no Japão. Inúmeras indústrias faliram e mais de 400.000 trabalhadores ficaram sem trabalho. Neste clima prosperou aceleradamente a difusão de ideologias direitistas inspiradas no fascismo, que atribuíram todos ao males aos políticos liberais e capitalistas à frente do governo. O exército, e principalmente a oficialidade jovem, converteu-se no maior baluarte do movimento.
A crise acentuou-se com a conferência celebrada em Londres em 1930, sobre o problema dos armamentos navais. O Japão pediu o estabelecimento de paridade entre sua frota e as dos Estados Unidos e Inglaterra, mas seu pedido foi negado. Esta “humilhação” desenvolveu uma nova onda de violência e aumentou o poderio dos nacionalistas. O Primeiro-Ministro Hamaguchi foi vítima de atentado e ficou gravemente ferido.”4
¹ disponível em: ttp://www.terrorismo.embaixadaamericana.org.br/HTML/ijse0210p/suri.htm
²IDEM
³ http://adluna.sites.uol.com.br/400/419.htm
4 IDEM
Bibliografia:
http://www.terrorismo.embaixadaamericana.org.br/HTML/ijse0210p/suri.htm
http://adluna.sites.uol.com.br/400/419.htm
http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/secoes/atual_geop.aspx?cod=598
O governo dos Estados Unidos, visando frear a expansão americana, coloca em debate a Conferência Naval de Washington - assim chamada por ter sido celebrada em nesta cidade – que foi discutida de 12 de novembro de 1921 a 6 de fevereiro de 1922. Essa conferência, “produziu os primeiros grandes acordos internacionais de desamamente desde o Congresso de Viena em 1815 […] também marcou o surgimento dos EUA como importante ator diplomático, apesar de o país ter rejeitado o Tratado de Versalhes no fim da Primeira Guerra Mundial” ¹
Conferência Naval de Washington produziu três tratados importantes, são eles:
“Tratado de Limitação Naval das Cinco Potências — assinado em 6 de fevereiro de 1922 por Estados Unidos, Reino Unido, Japão, França e Itália — restringiu os signatários a uma cota fixa de navios de guerra e cruzadores de guerra (navios capitais). […]- Pacto das Quatro Potências — assinado por Estados Unidos, Reino Unido, Japão e França em 13 de dezembro de 1921 —[…] O Pacto das Quatro Potências acabou com a Aliança Anglo-Japonesa de 1902 e criou esferas de interesse protegidas no Pacífico para cada um dos signatários. Os países prometeram resolver futuros conflitos por meio de arbitragem e não de guerra. […]
- Pacto das Nove Potências - assinado por Estados Unidos, Reino Unido, Japão, França, Itália, China, Bélgica, Holanda e Portugal - em 6 de fevereiro de 1922. Esse tratado defendia os ‘princípios da Porta Aberta’ na China […] . As nove potências concordaram em respeitar a integridade territorial da China pós-imperial e em não agir para limitar o acesso à região. Cada signatário teria o direito de comercializar no vasto mercado chinês.”²
O Japão devolveu Shantung à China, porém negou-se peremptoriamente restituir Port Arthur e as concessões ferroviárias na Manchúria. O Pacto das Noves Potências, o último tratado da conferência de Washington, eliminou a posição privilegiada dos japoneses em relação a China, conseguida pelas 21 demandas de 1915.
“A reação dos núcleos militares e navais diante deste tratado, equivalente à renúncia do Japão a sua política de expansão, foi extremamente violenta e o Primeiro-Ministro Takahashi viu-se forçado a demitir-se. Começou, assim, o movimento de extremado nacionalismo, que não tardaria a adquirir rápido desenvolvimento.
A tremenda crise produzida em 1929 em todo o mundo, originada pela depressão econômica, teve catastróficos resultados no Japão. Inúmeras indústrias faliram e mais de 400.000 trabalhadores ficaram sem trabalho. Neste clima prosperou aceleradamente a difusão de ideologias direitistas inspiradas no fascismo, que atribuíram todos ao males aos políticos liberais e capitalistas à frente do governo. O exército, e principalmente a oficialidade jovem, converteu-se no maior baluarte do movimento.
A crise acentuou-se com a conferência celebrada em Londres em 1930, sobre o problema dos armamentos navais. O Japão pediu o estabelecimento de paridade entre sua frota e as dos Estados Unidos e Inglaterra, mas seu pedido foi negado. Esta “humilhação” desenvolveu uma nova onda de violência e aumentou o poderio dos nacionalistas. O Primeiro-Ministro Hamaguchi foi vítima de atentado e ficou gravemente ferido.”4
¹ disponível em: ttp://www.terrorismo.embaixadaamericana.org.br/HTML/ijse0210p/suri.htm
²IDEM
³ http://adluna.sites.uol.com.br/400/419.htm
4 IDEM
Bibliografia:
http://www.terrorismo.embaixadaamericana.org.br/HTML/ijse0210p/suri.htm
http://adluna.sites.uol.com.br/400/419.htm
http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/secoes/atual_geop.aspx?cod=598


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